A "islamofobia"

 


A "islamofobia" é definida como um medo irracional ao Islão.
Mas se o Islão chegou ao seu país, tomou o poder, apagou a sua cultura, eliminou outras religiões e tirou-lhe as liberdades de que antes gozava, então esse medo não é de todo irracional.
É experiência.
É memória histórica.
É realidade vivida.
E é exatamente aí que o termo "islamofobia" perde todo o seu significado.

A mudança catastrófica da Europa

 


Como europeu, português, vejo a Europa mudar diante dos meus olhos.

E não é uma mudança positiva.

Há cidades e bairros que já não reconheço. Não é nostalgia, não é medo do diferente: é a realidade do dia-a-dia. As pessoas regressam de outras partes da Europa e dizem a mesma coisa: "Já não me sinto em casa."

Em Bruxelas, apenas uma pequena minoria de crianças tem origem belga. A grande maioria tem origens estrangeiras, maioritariamente não europeias, e muitos menores são encaminhados para a educação religiosa islâmica. Isto não é integração, é substituição cultural.
Em Londres, os britânicos tornaram-se uma minoria na sua própria capital. Bairros inteiros têm uma composição demográfica completamente diferente da que tinham antes, e o nome mais comum entre os recém-nascidos já não pertence à tradição inglesa.
Na Suécia, existem dezenas de zonas proibidas, áreas onde o Estado perdeu o controlo.
Zonas perigosas, repletas de criminalidade, onde a lei tem pouca ou nenhuma influência. E este não é um caso isolado: existem centenas de áreas fora de controlo por toda a Europa.
A Europa abriu as suas portas sem regras, acolhendo massas de homens em idade militar, muitas vezes sem integração, muitas vezes sem respeito pelas leis e valores locais.

O resultado está à vista de todos: insegurança, violência, violação, degradação. Quem paga o preço são, na sua maioria, mulheres e crianças.
Tudo isto é justificado pelo medo de ser rotulado, silenciado, acusado. Mas isso não é tolerância; é rendição.
Não é inclusão; é abandono.
A Europa está a sacrificar a segurança, a identidade e a liberdade para evitar enfrentar o problema.
Muitos europeus vêem-no, compreendem-no e falam sobre ele em voz baixa. Outros estão a considerar partir.
Quando uma sociedade deixa de proteger as suas crianças, transforma-se numa sociedade que perdeu o rumo.

São horas agitadas



São horas agitadas. 

Na sucessão de comunicados de imprensa, imagens e declarações belicosas, o único elemento que parece emergir na história do ataque americano à Venezuela é a completa passividade e aquiescência da imprensa infiltrada e das autoridades políticas, tanto nacionais quanto internacionais, em relação a toda a questão.

Apenas para manter as aparências, alguns líderes europeus "dispostos" (Macron e Sturmer...) balbuciaram algo, bem cientes de que não podiam ir longe demais, dada a sua participação em operações igualmente sujas sob a égide dos globalistas (vide Ucrânia, sic!). 

Segundo Suas Excelências, tudo não passou da reação correta da maior democracia do mundo contra o autocrata de sempre, feio e maligno, e agora também um narcotraficante, desta vez personificado pelo presidente venezuelano Nicolás Maduro.

A primeira razão séria que me vem à mente, além da fanfarronice da propaganda oficial, é a estrutura singular da Venezuela, que detém as maiores reservas de petróleo do mundo, seguida de longe pela Arábia Saudita. 

O "vulno" que desencadeou a reação americana é a questão de longa data da nacionalização dos recursos petrolíferos, defendida pelo governo bolivariano de Hugo Chávez e continuada pelo de Nicolás Maduro. 

Esse fator certamente gerou considerável irritação e descontentamento entre as diversas multinacionais petrolíferas, que alternadamente apoiaram e financiaram as campanhas eleitorais de sucessivos presidentes americanos desde que Chávez assumiu o poder. Mas, além dessa primeira e certamente significativa razão geoeconômica, há outra, mais profunda, que influenciou e inspirou as ações de Trump na Venezuela.

A prioridade geoestratégica do governo Trump é desestabilizar a chamada frente BRICS, que busca estabelecer uma ordem global multipolar, não mais liderada exclusivamente pelos EUA. 

Ao fazer isso, Donald Trump busca estabilizar a situação na Ucrânia com uma paz que favoreça a Rússia de Putin, tentando distanciá-la da China, com quem tem uma disputa acirrada em relação à hegemonia na vital região do Indo-Pacífico.

Para alcançar esse objetivo, Trump agora busca "garantir" todo o continente latino-americano, por meio de pesadas tarifas (como no caso do Brasil) e ameaças pouco veladas de novas intervenções diretas na Colômbia e em Cuba. 

O obstáculo político mais premente era a Venezuela chavista, defensora de uma rebelião socialista e bolivariana, baseada na ideia de uma fórmula para a soberania real sobre a economia nacional, de tal natureza que chega a ser "herética" aos olhos até mesmo do antiquado socialismo real; tudo isso certamente não foi bem recebido pelas diversas administrações estadunidenses.

Desde a queda do Muro de Berlim, os Estados Unidos praticamente cessaram as intervenções militares na América Latina, adotando uma abordagem mais branda, visando moldar as políticas do hemisfério por meio de pressão econômica e financeira. 

A chegada do governo Trump, contudo, marcou o fim da fase de globalização descontrolada na política e na economia. A globalização era considerada instável por apresentar incertezas. Estas deviam-se principalmente à dificuldade de controlar um fenómeno que poderia gerar novos e inesperados concorrentes económicos e políticos. 

Em segundo lugar, fenómenos como a excessiva financeirização de diversas economias, acompanhada pela deslocalização das atividades produtivas, representavam o risco, a médio prazo, de gerar fenómenos de instabilidade política e social incontrolável.

Por essa razão, a decisão de Trump de retornar a uma política de proteção da sua própria economia nacional e, no caso específico da América Latina, a uma política de intervenção direta, com o objetivo de estabelecer "pontos de interesse" geoestratégicos capazes de iniciar a desintegração da frente dos BRICS, que mencionamos anteriormente, torna-se ainda mais relevante. 

Essa política, que envolve o uso de incentivos e punições, incluindo intervenções militares e negociações, como no caso da questão de Gaza e do bombardeamento do Irão, assume, agora mais do que nunca, uma perigosa conotação de chantagem e influência. 

A ação de Trump na Venezuela não foi meramente uma ação militar episódica destinada a resolver um problema dos EUA no seu próprio quintal, mas constitui, antes, um verdadeiro aviso a todos aqueles que se recusam a acatar imposições estrangeiras.

E essa lógica agressiva inclui os vários "avisos" à Colômbia e a Cuba e as reivindicações de anexação da Groenlândia (e aquelas, por ora, deixadas de lado, sobre o Canadá... e os Açores). 

Agora, pensar que a Rússia, a China, a Índia e outras entidades geopolíticas podem forçar a situação, é uma possibilidade mais longínqua.

Agora, pensar que a Rússia, a China, a Índia e outros atores geopolíticos podem forçar diretamente os EUA a agir é extremamente arriscado e, acreditamos, ilusório. 

Os EUA possuem mais de duzentas bases militares ao redor do mundo, além de uma liderança tecnológica e econômica que permanece sólida apesar da dívida externa, dos desequilíbrios comerciais e assim por diante. 

Continuam sendo o país que emite e detém a maior quantidade de ativos líquidos do mundo. Sem mencionar o fato de que atualmente constituem o principal ponto de referência para os fluxos financeiros globais.

O exposto acima não pode e não deve ser motivo para pessimismo quanto ao que fazer diante de tal cenário. Trata-se simplesmente de compreender que tentar confrontar o monstro globalista contando com a presença de novos atores políticos e econômicos no cenário internacional e seu potencial real de ação é inútil. 

Do ponto de vista político oficial, a Rússia e a China não podem e não poderão fazer muito mais do que isso. A menos que uma abordagem fundamental seja alterada. Todos os países do chamado BRICS deveriam retomar o papel que eles e a União Soviética assumiram durante os anos do bipolarismo EUA-URSS, almejando se tornar líderes e inspiradores de todas as convulsões que caracterizaram o cenário político daqueles anos, desde as lutas contra o colonialismo nos países do Terceiro Mundo até as diversas expressões de antagonismo juvenil e formas de autonomismo armado, como as do IRA ou do ETA.

Contudo, encarar o retorno a certas abordagens como um fenômeno controlado por outros, dependente unicamente de certos países ou realidades geopolíticas, é igualmente ilusório, pois subjacente a tudo isso deve haver um desejo genuíno de revolta, alimentado por uma consciência igualmente profunda. 

Nesse contexto, deparamos-nos com a própria natureza do Ocidente, caracterizada por uma "bipolaridade" constitutiva e ontológica. Isso significa que, ao lado dos parâmetros e codificações de um pensamento linear e racional, centrado na primazia da economia e da tecnologia sobre o homem, entendido unicamente como um sujeito que percebe necessidades materiais, existe outro pensamento, espelhado e oposto, impulsionado por uma irracionalidade constitutiva e cujo princípio fundamental é o impulso para a vida e a expansão da consciência individual. 

E assim, todas as certezas do Ocidente acabam por se dissipar, dando lugar àquele sentimento irracional que, mais cedo ou mais tarde, lança tudo no caos...

Ou pelo menos, assim esperamos, pela nossa saúde e pela saúde dos nossos filhos...


Bem vindo ao império burocrático Europeu

 


BEM-VINDO AO IMPÉRIO BUROCRÁTICO DA UE: ONDE A DEMOCRACIA VAI MORRER

O meu caro leitor foi às urnas. Votou. 

Talvez até tenha batido de porta em porta ou discutido política com seus familiares e amigos durante o jantar. Parabéns. 

Você exerceu o seu direito democrático. 

Mas agora, vamos-lhe dizer o pouco ou nada que isso importa.

Nos grandes e reluzentes salões de Bruxelas, alguém que você não elegeu está a tomar decisões de verdade. E isso não é uma conspiração – é o desenho institucional.

Esta é a UE: uma "gloriosa" experiência de governação pós-democrática. 

Os líderes eleitos do seu país? Claro, é evidente que eles podem discursar. 

Mas quando se trata de definir regras, gerir o comércio, dizer aos seus juízes o que decidir e aos seus agricultores o que plantar – existe uma linda pirâmide, e adivinhe? Você não está nem perto do topo, do vértice.


E o Parlamento Europeu não o salva. 

É a planta ornamental da chamada "democracia" da UE. 

As leis não começam lá. O verdadeiro poder reside na Comissão Europeia — uma quadrilha de gangsters e de tecnocratas não eleitos que podem regulamentar, manobrar e votar mais alto que os governo nacionais europeus em tudo, desde a pesca até à política fiscal. 

E nós não os podemos demitir. Não podemos substituí-los. E o problema é que fingem-se muito “competentes”.

É assim que a democracia morre: não com tanques, mas com tratados. 

Lentamente. 

Silenciosamente. 

Assinados por primeiros-ministros em busca de subsídios e fotos para a imprensa. Até que um dia, o parlamento do seu país se torna uma seção de comentários glorificada sobre regras já escritas em outro lugar.

Tente aprovar uma lei que os seus eleitores desejam, mas que conflite com a política da UE. 

Tente estabelecer um padrão de imigração que o seu povo exigiu. Boa sorte. Você será educadamente lembrado de que está vinculado a compromissos — compromissos que nenhum eleitor jamais viu em qualquer cédula. 

E se você pressionar demais? Surgem os processos por infração. Surgem as ameaças. Surgem os sermões sobre “valores europeus”, como se a burocracia fosse uma bússola moral.

E nem pense em questionar a autoridade da UE. É isso que os "populistas" fazem. Isso é perigoso. Esse tipo de pensamento leva a... horror dos horrores... soberania algo não permitido pelo gang UE.

Porque, no fim das contas, não se trata apenas de cooperação. Trata-se de controlo total. 

Trata-se de centralizar o poder por trás de uma muralha de funcionários públicos, cinzentos e chamar a isso de progresso. 

Trata-se de envolver decisões políticas em jargão tecnocrático até que ninguém se lembre de quem deveria estar no comando.

O meu caro leitor ainda vota, claro. 

Mas a questão é: para quê? 

As eleições nacionais começam a parecer a escolha do sabor da cobertura de um bolo que outra pessoa já fez. Com a receita de outra pessoa. E com as regras de outra pessoa sobre quantos ovos você pode usar.

Chame isso do que quiser: governança compartilhada, interdependência, integração moderna. 

Mas não finja que é democrático. 

Quando o seu voto não pode mudar a lei, quando o seu governo não pode desafiar o roteiro estabelecido e quando o poder real pertence aos não eleitos, então o que você tem não é obviamente democracia.

É burocracia com uma maldita bandeira azul.

Princesa Tisul


 O Sarcófago da Princesa Tisul

Um Mistério de 800 Milhões de Anos.

Encontrado na Sibéria.

Num canto congelado da Sibéria, cientistas descobriram uma das descobertas arqueológicas mais enigmáticas da história moderna: um sarcófago de 800 milhões de anos (??) enterrado profundamente no permafrost

Apelidado de descoberta "Princesa Tisul", este artefato misterioso contém uma estrutura biológica estranhamente bem preservada, imersa em um líquido de cor âmbar.

O que torna essa descoberta tão chocante não é apenas a idade incrivelmente antiga do artefato — é anterior até mesmo às primeiras formas de vida complexas conhecidas — mas também a sua preservação perfeita e o design simétrico e incomum do sarcófago, diferente de qualquer civilização conhecida na Terra.

(traduzido do russo - VK)

UE! Porque te odeio?

 UE! Porque te odeio, maldita.



A União Europeia (UE) é o que resta da rede global sorosista/obamista/bidenista e está rapidamente a entrar em colapso devido à perda da sua sede central nos EUA. E, as actuais elites liberais da UE são forças de ocupação que trabalham em prol dos interesses da seita globalista.

A UE não é soberana em nada. É um cínico laboratório para experiências trans-pós-humanistas. Os europeus são reféns das suas elites antieuropeias. Tal como os ucranianos, os europeus são vítimas dos seus próprios líderes, que lhes foram impostos pela seita globalista.

Se a Europa optar por voltar existir, os seus povos têm de derrubar imediatamente as elites governantes - de forma brutal e radical. Macron, Merz, Starmer e Leyen representam a sentença de morte para a Europa. Quanto mais eles vivem, mais a Europa morre. Eliminem-nos, ou serão eliminados. Muito em breve.

O mundo está dividido em grandes espaços com diferentes conteúdos civilizacionais e conjuntos de valores. A Europa perdeu os seus valores tradicionais. É uma civilização falhada. Talvez possa recuperar e tornar-se novamente um grande espaço independente. Talvez não. De momento, parece que não.

 Na EU já não existe qualquer vestígio de democracia

Se a democracia é a participação factual das pessoas na definição do seu destino, a democracia foi abolida no Ocidente, tendo sido substituída pela ditadura dos lobbies e dos oligarcas.

O 1984 de Orwell é, agora, a Europa:

A Censura tem agora o nome de Cultura do cancelamento  

As Mentiras constantes contadas na mídia mainstream, são agora a Verdade.

O amor por toda espécie de perversões, transumanismo, cyborgs, robôs e IA, é chamado de humanismo.

Vigilância total, controlo total, um mercado disciplinado de desejos impostos e procura provocada.

A sociedade do espetáculo (repugnante), por excelência.

Alexander Dugin 6/12/2025

O nosso Ronaldo

 

Ronaldo
Devia ser motivo de orgulho e admiração para todos ou quase todos os portugueses, pelo exemplo de vida de alguém que saiu da Ilha da Madeira sem nada, e por mérito com esforço e trabalho diário, sem passar por cima de ninguém, sem prejudicar ninguém e sem roubar nada a ninguém como é do conhecimento geral…......está por mérito próprio nesta foto ao lado do Presidente Trump dos EUA.


Um dos exemplos máximos da meritocracia é hoje o Cristiano Ronaldo.

A quem é que cega a meritocracia?
Quem está doente da alma e da cabeça com esta realidade?
Quem quase rói as unhas dos pés com raiva, maldade e estupidez incontida?

Por norma são "pessoas" ideológicamente de esquerda que cegam e acham que dividir a riqueza/bens e baixar os padrões de excelência, não multiplica a miséria…......mas de alguma forma a reduz. 
Tolinhos, idiotas, miseráveis é o que são.

Como é que se cura esta maleita?

Obviamente com mais meritocracia…e menos coitadinhos, mimimis e um pouco mais de inteligência, algo que falta a esta esquerda wokista que nos envenena a existência nestes últimos vinte anos.
Essa gente, além de pouco aconselhável e idiotas são vulneráveis a qualquer tipo de propaganda barata e rasteira.



Ao contrário os “Ronaldos” são imunes por mérito próprio contra todas essas maleitas.
Por isso, Ronaldo os cega e os faz bolsar veneno.
Vêem nele a verdade do que não são nem têm capacidade de atingir algum dia nas suas tristes vidas.

Explicação dada.
É gente que há-de acabar mais tarde ou mais cedo


A "islamofobia"

  A "islamofobia" é definida como um medo irracional ao Islão. Mas se o Islão chegou ao seu país, tomou o poder, apagou a sua cult...

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